sexta-feira, 25 de março de 2011

Vai começar o Show!!!

Fórmula 1
Temporada 2011


Veja quem são os donos da festa:


Red Bull RB07 - Renault

 
Ferrari 150º Italia



McLaren MP4/26



Mercedes MGP W02



Renault Lotus R31




Williams FW33 - Cosworth
Rubens Barrichello e Pastor Maldonado


Force India VJM04 - Mercedes

Paul di Resta - Adrian Sutil - Nico Hulkenberg




Sauber C30 - Ferrari




Toro Rosso STR6 - Ferrari




Lotus T128 - Renault
Jarno Trulli - Heikki Kovalainen




Hispania F111 - Cosworth

domingo, 20 de março de 2011

Amigos de Paddock! - Anderson Antonio Lopes Rodrigues

Anderson Antonio em ação no Kart.
Olá

Vou começar me apresentando, pois esse é meu primeiro post no http://www.paddockinfo.blogspot.com/ . Meu nome é Anderson Antonio Lopes Rodrigues, sou amigo do Claudio Souza a pouco tempo, porém, o suficiente para saber que o mesmo é uma grande pessoa, com excelente carater. Sou piloto de kart - se existir algo abaixo de amador, estou nessa faixa - e também piloto de automobilismo virtual, e é nesse último assunto que usarei como meu primeiro post.

O automobilismo virtual começou com os gloriosos Enduro (Namco, 1982) e Pole Position (Atari, 1983), da plataforma Atari, mas o nível de realismo era nulo, até por conta das tecnologias da época para simulação, que também era nula. O enduro basicamente tinha um objetivo final, que era ultrapassar um determinado número de carros, num determinado tempo, passando por diversos tipos de condições. O Pole Position ja era mais voltado ao que conhecemos como corrida, fazer uma volta numa pista, no caso era Fuji, no tempo mais rápido. Foi lançado em 1987, o jogo Pole Position 2 (Final Lap, no Japão), que tinha as pistas de Suzuka (Japão), Detroit (EUA), Monza (Itália) e Mônaco.

Comercial do jogo Pole Position, gravado em Laguna Seca

Após esse tempo nebuloso, e com o desenvolvimento da plataforma PC, uma grande fabricante de jogos despontou, chamada Papyrus, quando lançou "Indianapolis 500: The Simulation", em 1989. Esse jogo foi o primeiro simulador fabricado para uma plataforma jogável na face da terra, tendo a possibilidade de se fazer ajustes no carro, visualizar telemetria e participar de uma simulação de 500 milhas de Indianapolis. A jogabilidade é incrivel, baseado nos recursos que haviam na época para desenvolvimento, deixando ele um jogo extremamente dificil, o que torna o mesmo um desafio motivador mesmo 22 anos após seu lançamento.

Corrida de 10 voltas no Indy 500

A partir daí, com a melhora das plataformas de vídeo game e PC, foram criados vários jogos, utilizando o nome de vários pilotos da época para agregar grife a esses jogos, como Super Monaco GP II da Sega (continuação da série Super Monaco GP), para Mega Drive, que utilizava o nome de Ayrton Senna, e teve até a pista de kart do mesmo inclusa na lista de pistas do game. Mas não usava os nomes reais dos pilotos e equipes da temporada usada como base, a de 1991. Outro piloto da época que emprestou seu nome para criação de jogos foi Nigel Mansell, para o jogo Nigel Mansell's F1 Challenge, de Super Nintendo, baseado nas temporadas de 1992, da qual foi campeão, esse ja possuía os nomes de equipes e pilotos reais para aquela temporada (menos o de Senna que tinha contrato com a Sega). Infelizmente, esses e outros jogos para plataforma Mega Drive e Super Nintendo não possuiam uma abordagem de simulação, deixando a pilotagem nada fiel comparado aos carros reais da época.

Nigel Mansell's World Championship - Super Nintendo

Ayrton Senna's Super Monaco GP - Mega Drive

Em 1992, surgiu o 2º grande simulador de corrida, e também, um outro grande criador de simuladores, a Micropose, com o jogo Formule One Grand Prix. Esse jogo era bem fiel, quanto a simulação, e veio para fazer frente a Papyrus, que respondeu, criando IndyCar Racing, baseado na temporada de 1992 da CART Indy, porém com alguns pilotos com nomes trocados graças ao não acerto do uso de nome, como Mansell e Robby Gordon. Os dois jogos chamaram a atenção de vários maníacos ao redor do Mundo e deram uma alavancada na indústria de jogos de simulação de automobilismo. O jogo Formule One Grand Prix versão 3, começou a ter suporte para jogo em rede, possibilitando vários pilotos virtuais estarem competindo na mesma pista, estando eles em qualquer parte do mundo.

Largada no jogo Formule One Grand Prix
A partir daí, tivemos vários jogos sendo lançados, para as mais diversas plataformas disponiveis na época, como destaque, podemos citar Gran Turismo, para Playstation (Sony), que foi o jogo para console que mais chegou perto de simulação, tendo pistas com relevo e vários carros, desde a carros de rua como protótipos usados em corrida de longa duração.

Para os aficionados em rali, o ano de 1997 foi o marco do automobilismo virtual, com o lançamento do Colin McRae Rally. O seu concorrente Sega Rally, lançado para a plataforma Saturno, tinha já algum realismo, mas o CMR, para PC e PlayStation, causou um furor na época, pois a jogabilidade beirava o real, para ambas as plataformas lançadas, atraindo várias pessoas para esse simulador, e sendo jogado até hoje. Ele possui várias atualizações, sendo o último chamado Dirt 3.

Em 1998, foi lançado um dos melhores simuladores de corrida até hoje, o Grand Prix Legends, ou somente GPL. Esse jogo foi feito pela Papyrus e retrata a temporada de 1967 da Formula 1, com carros, pilotos e pistas. Foi nesse simulador, que pela primeira vez, um pobre mortal teve a oportunidade de pilotar pelos mais de 20 quilometros de Nuburgring Nordschleife e nas estreitas ruas de Mônaco. Os responsáveis pela criação desse jogo só mudaram um detalhe quanto as pistas, a pista de Le Mans Bugatti, palco do GP francês de 1967 foi tirada se piedade do jogo, dando lugar a Rouen-Les-Essarts porque a primeira já era considerada uma pista enfadonha para os padrões da época, sendo chamada por Denny Hulme de pista "Mickey Mouse", veja que não fazem mais pilotos como antigamente. Esse jogo possuia várias modificações, ou simplesmente MOD's, como o F1-1965, o F1-1966. F1-1969 e Sports Cars 1967. O jogo, apesar da idade, é um jogo atual, tendo várias ligas ao redor do Mundo utilizando ele como plataforma e ainda uma Copa do Mundo entre países, onde a próxima esta marcada para 2012.

Grand Prix Legends - Mônaco - Lotus Ford, 1967

Grand Prix Legends Tribute Video

A partir do GPL, vários jogos foram lançados, como o F1 Challenge 99-02 (Eletronic Arts) e Nascar Racing 2003 (Papyrus), ambos bem reais em sua simulação. Mas a partir da virada do século, vários simuladores de gabarito foram lançados, como rFactor, iRacing, GTR2, Race 07, GT Legends, Richard Burns Rally, etc.

Todos esses citados, são utilizados em ligas ao redor do Mundo, como MOD's de monoposto (Open Wheel), turismo e rally. E também são utilizados como base para criação de simuladores de equipes, como foi o caso dos primeiros simuladores de F1, que utilizaram a engine do F1 Challenge e rFactor, que foi criada pela Image Space.

A maioria desses jogos trabalharam as qualidades do piloto virtual, e o mesmo pode aplica-las no mundo real, temos um exemplo disso, que é Leandro Schmidt, o melhor piloto brasileiro de GPL Rank (ranking de pilotos, a nível mundial, para GPL), que correu uma etapa do Trofeo Maserati, convidado pelo Walter Derani, para fazerem dupla num carro. O desempenho de Leandro era tão bom, que Derani não chamou ele aos boxes para efetuar a troca de pilotos e ficou assistindo do muro da pista de Curitiba a vitória do "piloto virtual". E a experiência de Leandro no automobilismo real eram duas corridas de kart indoor.

Para encerrar, vou dizer meu favorito, através do video abaixo:


Abraços a Todos!
E muito Obrigado!

sábado, 12 de março de 2011

Vale a Pena Ver de Novo

Grande Prêmio da Espanha
1987

"Batalha Titânica" entra Nigel Mansell e Nelson Piquet.

Mais uma vez voltamos no tempo. Agora estamos em 1987, mais precisamente 27 de Setembro de 1987 em Jerez de la Frontera, Espanha. Uma corrida inesquecível pois tivemos uma "batalha campal" entre os postulantes ao título Nigel Mansell e Nelson Piquet, mais Ayrton Senna, Alain Prost, Gerhard Berger e outros mais numa verdadeira odisséia de ultrapassagens, toques, travadas de pneus, rodadas e muita agressividade na pista. Um show de corrida!

Transmissão: Rede Globo
narrador: Galvão Bueno
comentários: Reginaldo Leme
data: 27 de Setembro de 1987


14 títulos na F1
3 - Jackie Stewart
2 - Jim Clark
2 - Graham Hill
1 - Nigel Mansell
1 - Lewis Hamilton
1 - John Surtees
1 - Mike Hawthorn
1 - James Hunt
1 - Jenson Button
1 - Damon Hill

sábado, 5 de março de 2011

Incrivéis Coincidências

Saiba da história que envolve os dois melhores pilotos que a Alemanha já teve na F1, Michael Schumacher e Wolfgang von Trips

von Trips e Schumacher

Além da semelhança física, quis o destino que von Trips e Schumacher tivessem suas carreiras entrelaçadas. Assim como toda monarquia, rei morto rei posto, na monarquia automobilistica alemã o caso foi mais emblemático.

Wolfgang von Trips nasceu em 4 de Maio de 1928 na cidade de Kerpen na Alemanha. Filho de uma familia nobre, começou a correr com o pseudônimo "Alex Linter" para poder fugir da perseguição da familia. Com o passar dos tempos, chegou na F1 e sentou na Ferrari. Conseguiu duas vitórias, seis pódios e era o franco favorito para ser campeão mundial em 1961. Mas quis o destino que ele morresse tragicamente em Monza e se tornasse vice-campeão póstumo, seu companheiro Phil Hill acabou levando o caneco. 

Com a morte de Von Trips, a Alemanha teve o sonho de ter um campeão mundial adiado. Depois da tragédia com a Mercedes-benz em Le Mans, mais uma tragédia impedia a Alemanha de ser tornar campeã no automobilismo.

Wolfgang von Trips foi o melhor piloto alemão antes de Schumacher.

Von Trips a bordo da Ferrari.

Estatua de von Trips em Kerpen, Alemanha.

Traumatizada com a tragédia, a familia de Von Trips decidiu vender a pista que possuía em Kerpen para o sr Rolf Schumacher, e começa ai o entrelaçamento da carreira dos dois.

A pista aonde von Trips começou foi o berço de Michael Schumacher. Michael nasceu no dia 3 de Janeiro de 1969, isso é, 8 anos depois da tragédia que vitimou von Trips. Com as dificuldades de uma familia de classe média alemã, Michael e Ralf iniciaram suas vidas no automobilismo na pista que foi de von Trips.

Eis o pequeno Schumacher.

Michael Schumacher é o maior piloto da F1 de todos os tempos.

Schumacher a bordo da Ferrari.

Quis o destino que a Alemanha esperasse 33 anos para que o jovem de Kerpen aprendesse as artimanhas, se tornasse adulto e conseguisse chegar a Fórmula 1 para levar a Alemanha ao topo da principal categoria do automobilismo.

E mais, quis o destino que esse mesmo garoto viesse a pilotar uma Ferrari e conquistasse mais cinco títulos mundiais se tornando o maior de todos. 
De uma tragédia nasceu um mito. E se von Trips não tivesse morrido e fosse campeão em 1961, consequentemente sua familia não teria vendido o kartódromo para familia Schumacher, que consequentemente os pupilos do sr. Rolf teriam ainda mais dificuldade para aprender e demonstrar suas habilidades. 

Mas, como já sabemos, a carreira de Schumacher sempre é abreviada por inúmeros "Se". "se" o Ayrton não tivesse morrido, "se" o von Trips tivesse sido campeão, "se" a Ferrari não o privilegiasse. Isso tudo é pequeno e irrelevante. O que importa é que o destino calculou exatamente cado passo desse alemão, meticulosamente cada evento em sua vida culminou com tudo o que vimos ele fazer nas pistas. Quem apostaria que um jovem garoto, de uma familia humilde alemã, viesse a ser o maior de todos da milionária Fórmula 1? 
Quis o destino assim oras! Quer saber o segredo? Tenho uma dica, que tal dar uma passada em Kerpen e beber um pouquinho da água de lá?

Abraços!

Wolfgang von Trips Tribute

Michael Schumacher Tribute




domingo, 27 de fevereiro de 2011

Velocidade & Contaminação

"A Propagação deste vírus é restrita a quem apreciou alguns contatos com carros de corrida. São poucas chances de cura mas não se caracteriza como uma epidemia."

Olá pessoal! Pego emprestado mais uma vez um excelentíssimo texto do jornalista Marcus Zamponi para exemplificar a paixão e o contágio que o automobilismo é capaz de fazer em nós, mortais. Vejo com felicidade a alegria nos olhos de quem é apresentado para este esporte, e completamente contaminado por este sadio vírus.

"Bichinho danado este tal de automobilismo. Quando o vírus ataca, tratamento nenhum consegue surtir efeito e você vira refém de um tipo de adrenalina que só se manifesta a altas velocidades. Felizmente - pelo menos na ótica de pessoas ditas "saudáveis" -, a propagação deste vírus é restrita a quem apreciou alguns contatos com carros de competição e embora com poucas chances de "cura", certamente não se caracteriza como epidemia. Mas é inegável que quando o sangue contamina, ah... sai da frente.

Fórmula Indy - Alex Zanardi vs. Bryan Herta

Confesso que fiquei um bocado emocionado quando vi na televisão o Alex Zanardi dar algumas voltas miraculosas no circuito alemão de Lausitz, a bordo de um F-Cart. Foi uma justíssima homenagem a um piloto que enfrentou o que pode haver de pior e em sua trajetória profissional restituiu uma aura de qualidade e valentia quando a categoria necessitava delas. Mais impressionante foi o ato de que com as duas pernas amputadas e em um carro adaptado para operar somente com controles manuais, ter conseguido virar uma marca que lhe garantiria um 5º lugar no grid naquele mesmo evento. Foi demais e a prova mais concreta de que apesar de todos os pesares, Alex Zanardi continua "contaminado".

Alessandro Nannini em ação contra Piquet em 1988.

Após um acidente áereo, onde teve um braço amputado e depois reimplantado, piloto uma Ferrari em 1992. 
O trauma não foi suficiente para detê-lo.

Eu já sentira algo igual quando, em 1998, deslumbrei-me com o histórico Clay Regazzoni em uma prova da mesma CART, em Long Beach. Paralítico depois de sofrer um grave acidente quando pilotava um Ensign de F1 no GP dos EUA, o velho Rega ( falecido em 2006 ) passeava empurrando sua cadeira de rodas até chegar ao estacionamento de forma tranquila. Afinal, os aficionados americanos pouco conhecem da sua história. Fui ousado, encostei para uma rápida conversa, e tratei de puxar-lhe o saco descaradamente. Ele foi gentil mas somente o tempo de, auxiliado por alguém, embarcar numa luxuosa Ferrari - obviamente vermelha - no banco do motorista! Um rápido aceno e ele partiu, como o garbo de sua outrora juventude. Como um garotão feliz, não dispensou uma rápida cantada de pneus no carro adaptado. Certamente, Clay Regazzoni estava na época, também contaminado pelo "vírus".

 Clay Regazzoni ( 1939 - 2006 ), mesmo após ficar paralítico, mantinha seu contato com corridas.

De qualquer maneira, foi mesmo o Zanardi quem motivou essa reflexão. Seu terrível acidente na temporada de 2001 da Indy gravou imagens bem vivas em minha memória. A plasticidade das cenas fundiu-se à violência do choque e ao alto grau de dramaticidade da sua recuperação física para produzir uma página inesquecível. Não sei se esse processo também faz parte da "contaminação" de um expectador apaixonado. Mas, que estranho mecanismo atua no insconsciente das pessoas, mesmo profissionais calejados, quando testemunhas de acidentes tão graves? No dia-a-dia do automobilismo sabemos estar muito próximos de assistir à definição final dos riscos, mas, quando a mágica acontece, é sempre dura porrada. Me lembro muito bem da minha angústia ao testemunhar a morte de Jeff Krosnoff em Toronto, na temporada de 1996 da F-Indy, quando seu carro quase aterrissou sobre o de André Ribeiro. Na mesma F-Indy ( ou CART ), em 1999, no oval de Fontana, Greg Moore capotou e bateu tantas vezes que daria para contar. É terrivel mas já houve gringo que me garantiu que, pelo menos para os americanos, reside nesta macabra expectativa o encanto pelo automobilismo.

Acidente Fatal - Jeff Krosnoff

Brutal acidente de Greg Moore em 1999.

Mas vamos louvar a exibição de Zanardi. Cara simpático, conheci-o na decisão do título da F-3000 em Nogaro, na França, 1991. Foi vice para o Christian Fittipaldi e pilotava para a "Il Barone Rampante", a mesma equipe que logo depois hospedou Rubens Barrichello. Na F1, teve passagem apagada. Substituiu Michael Schumacher na Jordan em 1991, que por sua vez ocupara o lugar de Roberto Moreno. Depois foi para a Lotus, no lugar de Mika Hakkinen, em 1993. Ele já namorava o grande risco. Naquele ano bateu tão forte na Eau Rouge, GP da Bélgica, que ficou quase um ano inativo. Quando voltou a correr, foi um sucesso e bicampeão pela Chip Ganassi na F-Indy ( CART ). Usou e abusou da habilidade e em Laguna Seca, em 1997, deu uma ultrapassagem histórica, pelo acostamento, sobre o concorrente Bryan Herta.

  Acidente em Lausitz lhe rendeu a amputação das pernas.

A Imagem chega a ser chocante.

Um dos acidentes mais fortes da história da F-Indy.

Sem as pernas mas com o coração ainda mais forte pelo automobilismo.

Um Exemplo de perseverança.

"Contaminadíssimo" Zanardi, um exemplo para todos nós.

Bem casado com a também italiano Daniella, era caseiro, de ótimo humor e pouca farra. Em 2001, na sua última temporada, encontrou em Tony Kanaan seu parceiro ideal. Cozinhava para o baiano e levou no sarro quando Tony batizou seu carro de "Daniella". Tinha uma gargalhada contagiante. A mesma que exibiu, "contaminado", depois daquelas poucas voltas em Lausitz...

Alguém duvida que Robert Kubica volte melhor do que antes? eu não tenho duvidas disso...

Texto extraído da 
Revista Racing
Ano 8 - nº 120
por Marcus Zamponi